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Este canal tem o propósito de entregar conteúdo de qualidade para o lojista entender como funciona uma loja virtual e como ele pode se destacar no mercado.

A experiência do usuário como fator de ranqueamento

Para o bem dos usuários, desde 2021, o Google adicionou um novo critério para posicionar os sites nas páginas de respostas. Além de privilegiar as estratégias de SEO (Otimização para Motores de Busca), agora se preocupa com a usabilidade deles. Este parâmetro faz parte dos chamados fatores de ranqueamento. São regras que servem para determinar a sequência em que os sites são colocados após uma pesquisa. O complexo algoritmo do motor de busca detecta se as políticas estão sendo cumpridas pelos sites relacionados à pesquisa e os exibe em ordem de relevância. Agora, às mais de 200 políticas já adotadas, soma-se a User Experience (UX). Esta é a sigla em inglês para Experiência do Usuário. Ela avalia as características do site e o qualifica a fim de destacar ou rebaixá-lo nos resultados.


Adaptar para se manter relevante

É fácil perceber que a pandemia afetou pesadamente o comércio varejista, em especial os menores. Quem passa pelas ruas e olha com mais atenção, vai notar diversos pontos fechados, em que antes funcionavam estabelecimentos dos mais variados ramos. O isolamento social trouxe mudanças no comportamento do consumidor brasileiro. Mesmo as pessoas mais conservadoras, que sempre foram céticas em relação ao comércio eletrônico, aprenderam a comprar pela internet, já que esta foi a única opção para adquirir até itens básicos. Então, muitos dos lojistas que se viram numa situação difícil para manter o negócio aberto, sentiram a necessidade de se reinventar, se adaptar. Assim, abrir uma loja virtual se tornou uma ótima saída para continuar suas atividades. Este artigo vai falar sobre como você pode aderir à tendência das lojas virtuais para manter a competitividade e os lucros. Acompanhe!


Como monitorar as pesquisas na minha Loja Virtual com o Google Analytics

Tão importante quanto fazer um bom planejamento antes de abrir seu e-commerce é mantê-lo nos eixos. Conforme o negócio vai se ampliando, fica mais trabalhoso supervisionar o andamento de todas as atividades, o que dificulta também administrar conversões, vendas e analisar os números. Felizmente, o Google disponibiliza o Analytics, uma ferramenta para monitoramento do seu e-commerce. Ela faz uma análise completa do tráfego que seu site recebe, trazendo informações como quantidade de acessos, origem dos mesmos, tempo de permanência, taxa de abandono, número de vendas concretizadas e outras métricas. Conhecer estas estatísticas é positivo para o varejista porque ele pode, com base nestes resultados, ficar a par do desempenho geral da empresa, identificar erros de estratégia e ter referências para direcioná-la. Confira aqui tudo sobre o funcionamento do Google Analytics, sua utilidade para o e-commerce, a interpretação das métricas e como esses dados vão te ajudar.


Marketing digital para lojas virtuais

Investir no marketing digital é a ação mais indicada quando se trata de dar visibilidade à sua marca. Um fato que o varejista virtual precisa considerar é a densidade da concorrência que só tende a aumentar. Devido à expansão do e-commerce, provocada principalmente nos últimos tempos pela pandemia, é necessário que os empresários mostrem os seus diferenciais para manter sua loja competitiva. Este post vem para te mostrar um pouco as principais ferramentas que o marketing digital usa na atualidade e como o seu negócio pode ser beneficiado pela aplicação delas. Mas antes, é bom deixar claro do que se trata o marketing digital.


Taxa de conversão: o grande desafio do e-commerce

Para os varejistas virtuais, pouco adianta que muitos usuários visitem o site da sua loja mas não comprem nada e não se tornem clientes. Aumentar o tráfego colabora para que as vendas cresçam, mas é preciso mais do que isto para garantir uma boa taxa de conversão. Taxa de conversão (TC) é um valor que indica a relação entre a quantidade de pessoas que entram na sua loja e as que efetivamente compram alguma coisa. Ou seja, representa o número de simples visitantes que são convertidos, ou transformados, em clientes efetivos. Manter o índice de conversões em um nível satisfatório não é uma tarefa simples. Exige planejamento e aplicação de técnicas. Este post vai mostrar o que é preciso fazer para que as empresas vençam as dificuldades e consigam obter maior retorno financeiro.


Erros que prejudicam uma Loja Virtual

À medida que os lojistas físicos vão percebendo o potencial do e-commerce, cresce o número de estabelecimentos virtuais oferecendo todo tipo de produto e serviço. Isto significa aumento da concorrência para quem já vende on-line. Assim, para manter um bom número de vendas, é preciso contar com um diferencial ou ao menos oferecer uma boa experiência de compra. Isto se tornou fundamental porque o cliente que compra pela internet tem se tornado cada vez mais exigente. O que eles procuram é diversidade, comodidade e agilidade nas transações. Mas os lojistas vão adquirindo e melhorando estas características com o tempo. Até lá, é importante evitar alguns erros que prejudicam o trabalho e a imagem da marca. Confira agora quais são essas falhas e como evitá-las.